quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Então caros amigos, como estão? Eu estou muito feliz. Hoje, ao acordar abri a janela e a vista era linda. Via-se a torre da Basílica do Santuário. Mesmo aqui tão perto. E abri a janela precisamente quando os sinos davam as badaladas das sete da manhã. Não podia haver um acordar mais lindo do que este J Foi logo um momento para dar graças ao Senhor por mais um dia que começava e por nos ter dado tão grande Mãe. É uma graça de Deus, para nós portugueses, que Nossa Senhora tenha feito esta maravilha de ter aparecido no nosso país. É uma graça de Deus enorme que lhe devemos sempre agradecer.

O meu dia foi um dia cheio de oração, de partilha e de anúncio da Boa-Nova de Jesus Cristo a estas irmãs que estão a fazer o seu Cursilho de Cristandade. O esquema e o horário já estava estabelecido. Começou com a oração da manhã às sete e meia e terminou com a oração da noite às dez e meia da noite. Foi um bonito dia de evangelização e de poder ver o Senhor a actuar na vida de pessoas concretas, com histórias de vida bem diferentes. Agora é chegado o momento do descanso, para que amanhã eu possa ter forças para continuar a anunciar a Boa-Nova de Jesus Cristo e a alegria que é para mim ser cristão. É uma maravilha ser cristão J e uma maravilha infinitamente maior ser Sacerdote J

Eu prometi e cumpri J Hoje a partilha é mais breve. Amanhã, quando vos escrever, já não estarei neste Santuário, mas isso fica para mais uma partilha J

Quarta-feira, dia 18 de Novembro

A minha partilha hoje é feita aos pés de Nossa Senhora de Fátima. É verdade, estou em Fátima a viver um Cursilho de Cristandade. Esta actividade faz com que eu não esteja na paróquia amanhã e na sexta-feira. É engraçado (já sabemos o que significa J) mas esta semana estou mais dias longe dos meus paroquianos do que com eles. Mas se alguns lerem esta partilha, podem acreditar que estão no meu coração e que aos pés da mãe rezo por todos vós e por todos, mesmo que não sejam meus paroquianos J

Um cursilho de cristandade é dificil de explicar, só vivendo. Mas em poucas palavras posso dizer-vos que se trata de um encontro alegre, pessoal e intenso com Jesus Cristo, através da oração e da partilha de vida. em todos os cursilhos que já fiz vi sempre Deus na vida concreta de cada participante. Estou neste cursilho juntamente com o Pe. Rui Gregório. Creio que o conhecem porque foi ele que partilhou a semana passada. Estamos no Centro Catequético de Nossa Senhora de Fátima.

Mas estou muito feliz por aqui estar. Maria foi e é muito importante na minha vida de Cristão e de Sacerdote. Sempre foi. Uma das memórias antigas que recordo é de rezar o terço em família no mês de Maio. Também recordo que achava que era uma “seca” J mas os meus pais queriam que fosse rezado em família e eu tinha que rezar também. Hoje tenho que lhes agradecer, mas na altura era chato

Mais tarde, na minha caminhada de Seminário, o terço foi fonte de crescimento cristão. No seminário de São José ia rezá-lo deitado em cima do muro do claustro. Mas não adormecia, isto apesar das más linguas dos meus colegas e até dos padres J em todas as férias vinha até este Santuário rezar ao Senhor através de Sua Mãe e pedir-lhe força para continuar a caminhar para servir a Igreja de quem ela é Mãe. E hoje Maria continua a ser a minha Mãe. Gosto muito de vir a este lugar mas devo confessar que prefiro dias calmos. Encontro a paz e a força necessária que a minha Mãe me dá para continuar a servir na messe do Senhor. E nem sonham como essa força e essa paz me têm ajudado a ser fiel. Não o escondo que é difícil e muitas vezes doloroso, mas com a Mãe, junto à Cruz, tudo se torna possivel. Como podem ver, é uma alegria estar neste lugar de paz.

Mas tenho andado para aqui a falar e ainda não disse nada do dia J ele começou com uma reunião dos padres da vigararia. Os padres da minha vigararia reunem-se todas as quartas-feiras de manhã. São poucas as vigararias em que os padres se reunem todas as semanas, mas a minha experiência é imensamente boa. Trabalhamos muito todas as semanas? NÃO, às vezes quase que não fazemos nada, mas estamos juntos e crescemos na comunhão. E é com a maior das naturalidades que cada um de nós, padres desta vigararia, partilhamos os problemas pessoais que temos nas paróquias. Esta é a maior das virtudes destas reuniões, a comunhão e a partilha. Estas reuniões terminam com o almoço e depois de almoço fui tratar de algumas coisas porque estou fora da paróquia e as coisas têm que ficar organizadas. E eram 3 e meia vim para este lugar especial J

Celebrei missa com o Pe. Rui e a equipa que está a organizar este cursilho e depois acolhemos as novas, que vão fazer o seu cursilho. Não posso deixar de partilhar o quanto me tocou hoje a palavra de Deus. Como é grandiosa aquela mãe de sete filhos que os exorta a serem fiéis ao Senhor, apesar de assim serem torturados até à morte. Como sou pequeno e como muitas vezes não ponho a render os talentos que Deus me concedeu. É verdade meus amigos sou mesmo pequeno. Tenho lido os comentários que vão deixando aos textos, mas não se iludam comigo, sou pecador e também muitas vezes penso mais em mim do que nos outros ou nas comunidades cristãs. É a minha fragilidade, mas aqui aos pés desta tão grande Mãe, sinto que é possivel vencermos a nossa fragilidade e tornarmo-nos grandes, à semelhança de tantos santos ao longo da história da Igreja.

A partilha já vai longa. PROMETO QUE AMANHÃ SEREI BREVE. Saudações para todos aqui de Fátima J

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Terça, 17 de Novembro de 2009

Hoje marcou-me muito a Palavra de Deus desta Terça Feira. O exemplo de Eleazar, que para se manter fiel ao Senhor entrega a própria vida. Este episódio encontra-se em 2 Mac. 6, 18-31 No segundo livro dos Macabeus encontramos este exemplo de fidelidade e de entrega até ao fim. E no Evangelho o encontro de Jesus com Zaqueu. Jesus convida Zaqueu a descer do pecado e tornar-se humilde. Este encontro muda a vida de Zaqueu. É um convite a abrirmos o coração, para que a nossa vida se transforme também. Escutei esta Palavra duas vezes, pois tive um funeral e, por norma pessoal, escolho sempre a Palavra do dia para a celebração das exéquias. É uma beleza poder ver que a Palavra se cumpre sempre e que não é preciso escolher leituras para as exéquias. O Senhor tem sempre uma palavra a dizer nestes momentos. Foi também um momento forte de anúncio da Boa-Nova de Jesus Cristo. Senti que as pessoas acolheram a Palavra.

A manhã foi calma. Estava sozinho em casa. O meu colega, como é adjunto do vigário, teve reunião com o Sr. Bispo. Depois da oração da manhã, estive a trabalhar ao computador, a preparar o Encontro Vicarial de Jovens, que vai realizar-se no próximo fim de semana. A nossa vigararia tem uma Equipa Vicarial de Jovens, constituída pelos animadores dos diversos grupos de jovens paroquiais. Eu sou o padre responsável por esta equipa. Ao longo do ano pastoral fazemos um caminho juntos, que é marcado por algumas actividades. A grande actividade é o EVJ (Encontro Vicarial de Jovens). São dois dias de oração, partilha e convivio entre os jovens da vigararia. Mas de manhã recebi a notícia de que só estão 40 jovens inscritos. Percebi que a equipa que está a organizar o EVJ estava desanimada. Procurei logo animá-los com um email. O EVJ vai fazer com que não esteja na paróquia no próximo fim de semana.

Esta Equipa Vicarial de Jovens tem sido, para mim, em determinados momentos, uma identificação com a Cruz de Cristo. Sou o padre assistente desde à 3 anos e o inicio não foi fácil. “Choveram” emails onde se disse de tudo acerca de mim, fruto de algumas decisões dificeis, mas necessárias, que se teve que tomar. Tudo isso foi ultrapassado e hoje a Equipa é uma verdadeira Equipa, onde se trabalha para levar os Jovens da nossa Vigararia até Cristo. E aqui começa outra dificuldade J muitas vezes sinto-me impotente, sinto que não consigo levar todos os jovens a Cristo. Mas o Senhor, com esta Cruz, vai moldando o meu coração para que eu perceba algo bastante importante: não sou eu que consigo nada, é Ele que conduz a Igreja e chama os Jovens. A dificuldade é os jovens abrirem o coração, mas não desisto e continuo a anunciar a alegria que é para mim conhecer Cristo. Com os Jovens faço apenas uma coisa: procuro mostrar-lhes a alegria que é para mim ser Cristão, a felicidade que Ele me dá e que é possivel, no mundo de hoje, seguir Cristo com toda a nossa vida. Mas existem momentos lindos, como o facto de iniciarmos o Ano Pastoral com uma Celebração Penitencial onde estavam mais de sessenta jovens e onde se confessaram mais de quarenta, tudo isto no início de Outubro. E a minha relação com os animadores e jovens está a crescer. Já são alguns que se confessam e partilham a vida e os problemas. É um sinal de que Cristo está a actuar, através de mim, no coração dos jovens. Mas confesso que algumas vezes é uma identificação com a Cruz de Cristo.

O almoço foi em casa de uma família de paroquianos da Azueira. Apareci em cima do almoço, mas não me fecharam a porta J e a tarde foi marcada pelo funeral, confissões a crianças que vão fazer a primeira comunhão (de uma das paróquias do meu colega) e terminou com o ponto alto do dia, a Celebração da Eucaristia, hoje no lugar da Ervideira, da paróquia da Enxara do Bispo.

À noite houve reunião de ultreia. A Ultreia é a reunião das pessoas que fizeram um Cursilho de Cristandade. As minhas duas paróquias funcionam como um centro de ultreia e reunimo-nos sempre às primeiras terças-feiras de cada mês na Azueira e às terceiras terças-feiras na Enxara do Bispo, e onde a Palavra me tocou bastante, como vos disse no início desta partilha de hoje.

A partilha já vai longa e por isso tenho que acabar. Amanhã vou escrever-vos do Santuário de Fátima, mas isso fica para amanhã J

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Segunda, 16 de Novembro de 2009

Então caros amigos que me “escutam”, como foi o vosso dia? O meu começou mais tarde. A segunda é o “dia de folga”, um dia mais dedicado ao descanso. Por hábito não existe despertador à segunda feira J É sempre bom acordar sem aquele som estridente. Não vos digo a que horas acordei J

Depois da oração da manhã, saí de casa para ir jogar futebol com outros padres, no pavilhão do Externato de Penafirme. Às segundas, ao meio dia, é o tempo para o futebol. É muito bom porque fazemos desporto e convivemos uns com os outros. Ás vezes, com o calor do jogo, o convívio torna-se mais dificil J Hoje a equipa onde joguei ganhou. Ainda bem, porque no futebol, este ano está a ser dificil. É que sou um “ferrenho” do Sporting. É uma das minhas fragilidades J Ás vezes é demais; uma vez desmarquei uma reunião para ir ao estádio ver um jogo. Pelo menos não menti J disse para onde ia. Os paroquianos já me conhecem em relação a este tema. É uma fragilidade minha e não tenho conseguido ultrapassar.

A tarde e noite foi diferente do habitual. É um tempo dedicado a fazer coisas diferentes e a descansar e é quando vou visitar os pais. Hoje não houve tempo para isso. Os meus pais provavelmente tiveram a visita do meu irmão mais novo, que é padre também. Por isso tiveram a visita de um padre em casa J Mas não houve tempo porque esta semana é muito dificil. Como vão perceber, apesar de ser prior de duas paróquias, nesta semana vou passar mais tempo fora das paróquias.

Assim sendo a tarde e noite foi vivida na paróquia a preparar algumas Actividades que vou realizar ao longo desta semana e a terminar uma caminhada de Advento para a III Secção dos Escuteiros do Núcleo do Oeste. Sou o Assistente da III Secção, dos Pioneiros. Sinto que todas os serviços onde estou inserido, como os Escuteiros do Núcleo do Oeste e os outros, que vos vou falar noutros dias desta semana, me retiram tempo para os meus paroquianos. Esta semana é uma delas. E já várias vezes conversei com alguns sobre esta realidade da minha vida e da vida de todos os padres. Ao fim de um Ano Pastoral não são poucos os dias nem as horas que todos estes serviços me retiram das paróquias.

É um facto esta realidade mas o Senhor chamou-me e enviou-me a trabalhar na Sua vinha. E, como sabemos, a vinha do Senhor é muito grande. O Senhor disse um dia que tinha dó da multidão, porque eram como ovelhas sem pastor. Nós padres somos aqueles que o Senhor enviou para esta multidão. Sinto-me expressão do Amor de Deus por esta multidão. Neste sentido tudo o que faço é um serviço; mesmo que isso me leve a estar fora da paróquia alguns dias. O Senhor não parava; percorria as cidades e aldeias anunciando o Reino dos Céus, como nos relata o Evangelho da missa de hoje. Jesus passa por Jericó e transforma a vida daquele cego.

A partilha já vai longa e não os quero cansar. Amanhã teremos mais.
Padre Jorge Sobreiro

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Domingo, 15 de Novembro de 2009

Neste Domingo, dia dos Seminários, fui surpreendido pelo telefonema do Pe. Edgar. Depois da nossa conversa veio o convite para partilhar a minha vida o longo desta semana. Sou o Pe. Jorge Sobreiro, sou prior, desde à 3 anos, das paróquias da Azueira e da Enxara do Bispo, concelho de Mafra, da Vigararia XI. Sou padre à 5 anos. Depois das apresentações iniciemos a partilha J

Este Domingo foi muito engraçado (cheio de Graça de Deus). Depois das celebrações e do almoço tomei rumo para o Seminário dos Olivais. Alguns paroquianos estavam na actividade organizada pelos Seminários da nossa Diocese e eu queria estar presente. Na minha mente estava apenas o desejo de estar com eles, mas Deus trocou-me as voltas. Á chegada pediram-me para dar um testemunho da minha vida de sacerdócio aos jovens presentes. Fiquei surpreendido porque já não estou habituado a estas “coisas”. O testemunho que procuro todos os dias dar é com a minha vida de entrega a Cristo; ser sinal da Sua presença no meio do mundo. Mas um testemunho formal e ainda por cima sem estar preparado era algo que não estava nos meus planos. Mas estava nos planos de Deus e eu não o sabia. Mas foi bom recordar o caminho feito como seminarista e estes 5 anos de sacerdócio. Acabei por não estar com os meus paroquianos, mas reconheço que este plano de Deus me fez muito bem. Quando nos abrimos ao que Deus quer de nós somos realmente felizes. Esta tem sido a experiência da minha vida de relação com o Senhor.

Depois saí a correr do Seminário porque tinha Reunião de Preparação para o Crisma, na Paróquia da Azueira. O encontro de hoje foi sobre a vida de Abraão. Como é dificil, para nós cristãos, entregarmo-nos a Deus, até ao ponto de lhe darmos tudo. Abraão esteve sempre disponivel para Deus, mesmo quando este lhe pediu o próprio filho. E muitas vezes nós cristãos não estamos disponiveis para nos entregarmos ao Senhor. Como é bom olharmos para Abraão e reconhecermos que “o Senhor Providenciará”. Deus nunca o abandonou e também não nos abandona a nós. Diz-nos o Salmo 15, que hoje rezámos na Eucaristia Dominical: “O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei”. Estas palavras são para nós hoje.

À noite terminei com uma reunião com os catequistas de Adolescentes. Reunimo-nos para preparar o próximo tempo do Advento. Surgiram algumas actividades engraçadas (já sabemos que quer dizer cheio da Graça de Deus) que poderão ajudar os nossos adolescentes a melhor caminharem neste Advento que se aproxima. Assim, no Natal, acolherão a boa notícia: Cristo nasceu.

Cheguei a casa tarde mas feliz. Mas mais feliz fiquei porque o meu colega estava ainda na sala á minha espera. Aproveito para dizer que, apesar de ser prior da Azueira e da Enxara do Bispo, vivo na casa paroquial do Milharado. O prior do Milharado, o Pe Paulo Serra, é meu colega de curso e eu vivo com ele. É muito importante para mim viver com um irmão no sacerdócio. É um ponto de apoio, de partilha e oração. Estes 3 anos tem sido um caminhar juntos no anúncio de Jesus Cristo.

Este foi um bonito Dia do Senhor J

Sexta-feira, dia 13 de Novembro de 2009

Os oito padres que vivemos na casa paroquial de Caldas da Rainha e ainda o capelão da Escola de Sargentos e um padre do Opus Dei asseguramos confissões na igreja paroquial das Caldas de segunda a Sábado. O meu turno é à sexta de manhã. É algo muito bom e que vai ajudando quem vive aqui na cidade assim como quem aqui vem. São muitas as pessoas que aproveitam estas ocasiões. Por vezes ultrapassamos o horário afixado: hoje também Vai ajudando a criar hábitos. Algumas vezes quem nos aparece pela frente chega por algo que acabou de acontecer ou por um acumular de situações.

À tarde tempo para uma situação de ajuda material e o atender os pais para preparar um baptismo de um menino. À noite, depois da Missa, há celebração penitencial com confissões para adolescentes que vão fazer a profissão de fé. Alguns adultos aproveitam a ocasião. O padre Abel ajuda-me.

Vai ser um Sábado relativamente calmo.

Até amanhã se Deus quiser.

Quinta-feira, dia 12 de Novembro de 2009

Dia de São Josafat

Quinta-feira tive três celebrações da Missa, uma delas num lar. É uma casa recente construída de raiz e tendo em conta a finalidade que tem. Houve o cuidado de fazer um espaço que servisse de capela daí que quando chega a hora, quem quer ir vai, com ajuda se precisar, sem haver grande reboliço na casa. Várias vezes pedem para se confessar. Por vezes alguns familiares que estão de visita participam na celebração e já têm acontecido aproveitarem a presença de um padre para se confessarem.

Recebi uma carta do Secretariado das Novas Igrejas com uma proposta para umas obras dentro de uma capela o que provocou uma reunião rápida com um elemento da respectiva “comissão da igreja” para actualização e transmissão aos outros elementos. Dos sete locais de culto das duas paróquias quatro estão em obras e outros dois ainda esperam. Apesar de todas as dificuldades que isto implica vou dizendo meio a brincar meio a sério que as obras são a parte fácil, o difícil, muitas vezes, são as pessoas, são aqueles que são chamados a serem pedras vivas. À noite houve Intendência em Óbidos, ou seja, um momento de oração, pelo Cursilho de Cristandade que vai decorrer na semana que vem em Fátima e no qual vou participar.